
A Mangueira é um lugar comum. As ruas sinuosas e verticalizadas, espremem casas de uma gente humilde, encravada numa encosta de uma das cidades mais famosas do mundo. As pessoas de lá, são comuns! Elas tem sonhos, tem pesadelos, tem alegrias, tem tristeza, tem vontade de ir e vir, tem vontade ir e não voltar, e tem vontade de nunca sair de lá.
Lá na Mangueira, existem homens, mulheres, crianças, existem trabalhadores, e também tem quem não trabalhe. Tem uns que dão tanto trabalho!
No Morro da Mangueira as pessoas são tipicamente pessoas!
É que olhando de baixo pra cima, a gente percebe que aquele lugar tão comum, é mais um amontoado de gente, e de casas, e de coisas, que a gente encontra em cima, embaixo, de um lado, do outro, do mais rico ao mais pobre dos lugares, porque afnal de contas, em todo lugar a gente encontra pessoas..
E a Mangueira é tão comum, e tem um cotidiano tão previsível, que justamente por isso, ironia do destino, é assim tão incomum.
Mangueira é a contramão, é o não, é o contraditório. É onde a poesia carrega de um tudo, menos sofrimento. Na pior das hipóteses, um simples lamento!
É lá em Mangueira que as pessoas sorriem porque simplesmente são comuns. É onde a beleza é tão singela e sincera, que as pessoas não se importam se são reis e rainhas e se tem tantos súditos!
A nobreza da Mangueira, essa sim, incomum, é feita pra nós, que somente ficamos comuns, quando lá pisamos!
É naquele lugar que o preto, o pobre, o empregado, o ébrio, o feio, e todos esses adjetivos tão sem qualidade, são reverenciados e justamente por isso, é que penso que pessoas a gente encontra em qualquer lugar, mas gente de verdade, aos montes, acho que só em Mangueira!
Lá na Mangueira, existem homens, mulheres, crianças, existem trabalhadores, e também tem quem não trabalhe. Tem uns que dão tanto trabalho!
No Morro da Mangueira as pessoas são tipicamente pessoas!
É que olhando de baixo pra cima, a gente percebe que aquele lugar tão comum, é mais um amontoado de gente, e de casas, e de coisas, que a gente encontra em cima, embaixo, de um lado, do outro, do mais rico ao mais pobre dos lugares, porque afnal de contas, em todo lugar a gente encontra pessoas..
E a Mangueira é tão comum, e tem um cotidiano tão previsível, que justamente por isso, ironia do destino, é assim tão incomum.
Mangueira é a contramão, é o não, é o contraditório. É onde a poesia carrega de um tudo, menos sofrimento. Na pior das hipóteses, um simples lamento!
É lá em Mangueira que as pessoas sorriem porque simplesmente são comuns. É onde a beleza é tão singela e sincera, que as pessoas não se importam se são reis e rainhas e se tem tantos súditos!
A nobreza da Mangueira, essa sim, incomum, é feita pra nós, que somente ficamos comuns, quando lá pisamos!
É naquele lugar que o preto, o pobre, o empregado, o ébrio, o feio, e todos esses adjetivos tão sem qualidade, são reverenciados e justamente por isso, é que penso que pessoas a gente encontra em qualquer lugar, mas gente de verdade, aos montes, acho que só em Mangueira!